Polêmica

'As pessoas deveriam estar brabas com o Sartori', diz deputado federal Pimenta

Marcelo Martins

O santa-mariense e deputado federal, Paulo Pimenta (PT), polemizou em sua conta no Twitter. Ainda no domingo, ele postou uma frase em que relaciona o congestionamento no retorno do feriadão no Estado e a crise econômica brasileira. Ao "Diário", na tarde desta segunda-feira, Pimenta fez nova provocação. Para ele, os gaúchos deveriam se revoltar com a gestão do governador José Ivo Sartori (PMDB):

– Essas pessoas têm que ficar brabas é com o Sartori, que aumentou o preço da gasolina, da energia elétrica, de telefonia. Isso, sim, me causa estranheza.

Pimenta assegura que há setores conservadores da sociedade que querem reverter no tapetão o resultado da eleição de 2014, que deu a reeleição de Dilma (PT).

– Este setor não vê otimismo e esperança. Eles queriam o pior: esperavam que o Brasil fosse quebrar e que a Dilma seria cassada. O país de hoje é infinitamente melhor que o do passado.

Quando questionado pelo momento delicado econômico que o país passa, o petista minimiza e sustenta que há um contexto de crise mundial:

– Há uma crise econômica mundial. Qualquer pessoa, com mais de dois neurônios, sabe disso.

Esvaziamento e vergonha nas ruas

O petista, que é uma das vozes mais combativas à oposição na Câmara Federal, sustenta que os movimentos das ruas que tentam derrubar Dilma são um fracasso. Para ele, a tendência é que, em 2016, se tenha um esvaziamento das manifestações contra a presidente. Pimenta faz uma provocação:

– As pessoas têm vergonha de ir às ruas para apoiar um movimento, que é capitaneado por Eduardo Cunha. Deixo um recado a esses conservadores: saibam viver em democracia e tenham mais leveza e menos mau humor.

Carregando matéria

Conteúdo exclusivo!

Somente assinantes podem visualizar este conteúdo

clique aqui para verificar os planos disponíveis

Já sou assinante

clique aqui para efetuar o login

Anterior

2015 foi ruim para venda de carros novos em Santa Maria

Próximo

Desemprego em 2016 será pior do que no ano passado, dizem economistas

Economia
ÚLTIMAS